"MAIOR É O QUE ESTÁ EM VÓS DO QUE O QUE ESTÁ NO MUNDO." (I JOÃO 4:4)

quinta-feira, agosto 22, 2013

"A Vida Impessoal" - 1/18

 
 
1 - EU SOU 
 
1. A ti que lês, Eu falo. 
 
2. Sim, a ti, que durante tantos anos, em contínuo ir e vir, tens estado ansiosamente procurando em livros e ensinamentos, em filosofias e religiões, algo que não sabias bem o que era: Verdade, Felicidade, Liberdade, Deus. 
 
3. A ti, cuja Alma está cansada e desalentada, e quase destituída de esperança.
 
4. A ti, que muitas vezes lograste perceber um vislumbre dessa "Verdade", para ao final constatar, ao segui-Ia e tentar alcançá-la, que desaparecia no além e não passava de uma miragem do deserto. 
 
5. A ti, que supunhas havê-la encontrado em algum grande instrutor, reconhecido talvez como o chefe de alguma Sociedade, Fraternidade ou Religião, e que a ti pareceu ser um "Mestre", tão maravilhosa era a sabedoria que ensinava e as obras que fazia; para dar-te conta mais tarde de que esse "Mestre" não era senão uma personalidade humana, com suas falhas, debilidades e pecados ocultos, tal como a tua; ainda mesmo que dita personalidade pudesse haver sido um canal através do qual se davam muitos formosos ensinamentos que te pareceram ser a mais alta "Verdade". 
 
6. E aqui estás, Alma necessitada e faminta, sem saber onde nem a quem recorrer. 
 
7. EU SOU quem a ti vem. 
 
8. Similarmente a todos os que tem começado a sentir a presença dessa "Verdade" no íntimo da Alma, e buscam a confirmação daquilo, que, ultimamente, de um modo vago vem lutando por uma expressão viva interior. 
 
9. Sim, EU SOU o que vem agora a todos aqueles que sentem necessidade do verdadeiro "Pão da Vida". 
 
10. Estás tu disposto a participar dele?

11. Se assim é, desperta. Senta-te. Acalma tua mente humana, e segue fielmente Minha palavra, tal como aqui a expresso, pois se assim não fizeres, afastar-te-ás desiludido, uma vez mais, sempre dolorosamente faminto em teu coração. 
 
12. EU! 
 
13. Quem sou EU? 
 
14. Sim. Eu, que falo com tanto conhecimento e autoridade? 
 
15. ESCUTA! 
 
16. EU SOU Tu, essa parte de ti que É e SABE. 
 
17. QUE SABE TODAS AS COISAS. 
 
18. Que sempre soube e sempre tem sido. 
 
19. Sim. EU SOU Tu, Teu próprio SER; o que em ti diz: EU SOU, e que é o EU SOU. 
 
20. Essa parte transcendente, e, ao mesmo tempo, mais profunda de ti, que, a medida em que vai lendo, desperta interiormente e responde a esta Minha Palavra, que percebe a Verdade nela contida; que reconhece a Verdade plena e abandona todo o erro onde quer que o encontre. Não aquela parte que se alimentava do erro por tantos e tantos anos. 
 
21. Porque EU SOU teu verdadeiro Instrutor, o único instrutor verdadeiro que haverás de conhecer e o único MESTRE. 
 
22. Eu, teu SER Divino. 

23. Eu, o teu EU SOU, trago até a ti esta Minha Mensagem, Minha Palavra viva, tal como já tenho trazido para ti tudo na vida, seja um livro ou um "Mestre", para ensinar-te que Eu, EU somente, teu próprio e Verdadeiro Ser, SOU teu Instrutor, o único Mestre e o único Deus, Quem está e sempre tem estado suprindo-te, não só do Pão e Vinho da Vida, senão também de tudo o que é necessário para teu crescimento físico, mental e espiritual, e para teu sustento.

24. Assim, pois, tudo o que sintoniza contigo, a medida em que vás lendo, sabe que é Minha Mensagem falada do teu íntimo a tua consciência humana externa, e vem a ser nada mais do que uma confirmação daquilo que o EU SOU em ti sempre conhecia internamente, mas que não havia ainda traduzido em termos bem definidos e tangíveis a tua consciência externa. 
 
25. Do mesmo modo, tudo aquilo que sempre despertou Teu interesse, oriundo de alguma manifestação externa, nada mais era do que a confirmação de Minha Palavra, já falada em Teu íntimo. A manifestação externa foi o veículo ou o meio mais apropriado de que Eu me vali na ocasião, através do qual Eu pude chegar até tua consciência humana e impressioná-la. 
 
26. Porém não SOU EU tua mente humana, nem seu filho, o intelecto. Estes são apenas a expressão de Teu Ser, tal como tu és a expressão de Meu Ser; não passam de fases de tua personalidade humana, de igual modo como Tu és uma fase de Minha Divina Impersonalidade. 
 
27. Pesa e estuda cuidadosamente estas palavras. 
 
28. Ergue-te e liberta-te agora e para sempre da dominação de tua personalidade, cuja mente e intelecto tendem a glorificar-se e envaidecer-se. 
 
29. Para que Minha Palavra penetre até a consciência de Tua Alma, tua mente, daqui por diante, deve ser Tua servidora, e teu intelecto, Teu Escravo. 
 
30. EU SOU quem vem agora, à consciência de tua Alma, A qual EU despertei expressamente, a fim de que se prepare para receber Minha Palavra. 
 
31. Assim, pois, se te sentes suficientemente forte para suportá-lo; 
 
32. Se és capaz de deixar de lado todas as tuas fantasias, crenças e opiniões íntimas pessoais, que nada mais são do que as sobras que juntaste dos detritos dos monturos de lixo alheio; 
 
33. Se te sentes suficientemente forte para lançar tudo fora; 
 
34. Então, Minha Palavra haverá de ser para ti um manancial inesgotável de Alegria e Bênção.

35. Deves estar preparado para a dúvida que tua personalidade suscitará, de Minha Palavra, à medida em que a fores lendo nestas páginas. 
 
36. Porque ela sabe muito bem que, se abrires teu coração à minha Palavra e lhe deres morada para sempre, doravante sua vida passará a ser ameaçada, pois ela sabe que não poderá por mais tempo viver ou se desenvolver, nem mais dominar teus pensamentos, teus sentimentos, nem nenhuma de tuas atividades, tal como vem fazendo desde longo tempo. 
 
37. Sim, EU SOU quem vem a ti agora. 
 
38. Para fazer-te consciente de Minha Presença; 
 
39. Porque, sabe, que Eu também preparei tua mente humana, de maneira que ela possa, até certo grau, compreender o que EU significo. 
 
40. Tenho estado contigo sempre, porém tu não o sabias. 
 
41. Tenho te conduzido intencionalmente por todo o Deserto de livros e ensinamentos, de religiões e filosofias, mantendo sempre, ante os olhos de tua Alma, a visão da Terra Prometida. 
 
42. Sim, alimentando-te com o maná do Deserto, para que pudesses lembrar-te, valorizar e desejar com veemência o Pão do Espírito. 
 
43. E agora, Eu te trouxe até o Rio Jordão, que te separa de tua Divina herança. 
 
44. É chegado agora o momento para que tu, conscientemente, Me conheças; é chegado o tempo para que cruzes o rio e entres na Canaã, a Terra do Leite e Mel. 
 
45. Estás pronto? 
 
46. Queres ir? 
 
47. Se é assim, segue esta Minha Palavra, que é a Arca de Minha Aliança, e passarás a pé enxuto.
 
Cont...
 
 
 

8 comentários:

Jaime Pires disse...

Muito obrigado! Estou adorando os ensinamentos do NUCLEU,não sei mais o que dizer porque não sei quem vai dizer, confusão adorável.Me sinto muito melhor assim, confuso.Acho que essa confusão é início da liberdade.

Anônimo disse...

Impactante!!!

Gugu disse...

Olá Jaime,

Que bom que está gostando. Os ensinamentos do Núcleo apresentam o mesmo estilo da mensagem do livro "A Vida impessoal" que está sendo transcrito. Interessante notar é que as mensagens são idênticas, sendo que o livro foi escrito em 1914. Isso mostra que a Verdade é a mesma sempre, ou seja, é atemporal, pois não muda com o passar do tempo. Aquilo que Joseph Benner captou em 1914 é o mesmo que o representante do Núcleo captou/percebeu nos dias de hoje.

Essa confusão adorável está acontecendo porque você deve estar começando a se desidentificar da mente do personagem. O texto do livro (e os do Núcleo) são escritos propositadamente naquela linguagem, pois ela nos auxilia a desidentificar da mente do personagem e a identificar (no Ser, ou seja, em nós mesmos) a percepção do Ser.

Você diz: "não sei mais o que dizer porque não sei quem vai dizer".

Para melhorar mais a brincadeira, perceba que Quem suscita em você esta confusão adorável sou Eu mesmo. Quando você percebe isso, sou Eu percebendo em você. Você, de si mesmo, não é capaz de perceber se Eu não estiver percebendo em você. Sou Eu Quem percebo em você. Percebendo isso, então a confusão fica ainda mais adorável.

Grato pelo comentário.

Grande Abraço!

Silvano disse...

Divinos personagens,

Permitam-me participar deste diálogo!
Antes, uma palavra de apresentação...
Quem Eu Sou é Aquele que É.
Mas também, Quem todos Somos é Aquele que É...
A questão não é Quem Sou ou Quem somos, mas sim, Quem ME vê?
E a resposta é esta: Sou Eu!
A chave de compreensão aqui é a visão; ou seja, é responder a pergunta: Quem ME vê?
A importância de assimilar esta “chave de compreensão” faz com que a experiência humana possa ser vista como “adorável” e não apenas como uma “confusão adorável”...
E neste ponto ressalta o ensinamento compartilhado pelo divino personagem Jesus, que assim orou: “Pai, não te peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal.”
Foi dito que a chave de compreensão aqui é a visão. A “visão equivocada” é a que vê o “mal”.
Assim, usando a linguagem do Núcleo, Jesus não pediu que os divinos personagens fossem “tirados da representação” [do mundo], mas, que estivessem livres da “visão equivocada”. Por isso compartilhou Sua visão na forma de Seus ensinamentos e de “percepções conscienciais”, como aquela na qual revelou que: “Antes que Abraão existisse Eu Sou”, querendo dizer que antes que houvesse representação [mundo] e qualquer personagem... Eu Sou, sou o Ser Real.
E nesse ponto Jesus dá a “chave de compreensão”, respondendo a pergunta: “Quem ME vê”?
Quem crê em mim, crê, não em mim, mas naquele que me enviou.
E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou.
Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.
Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.
Porque eu não tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar.
E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito. [ João 12:44-50 ]
Notem a sutil diferença na “visão” de Jesus dos demais “divinos personagens” quando disse: ““Antes que Abraão existisse Eu Sou”, Narram as Sagradas Escrituras que aqueles divinos personagens viram Jesus apenas como sendo um homem que ainda não tinha cinqüenta anos, e que, assim, não poderia ter conhecido Abraão..., que vivera muito tempo antes daquele.
Jesus disse: “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o Meu dia, viu-o e regozijou-se” [ Jo 8.56 ]
Notem que a sutileza está no fato de que Jesus está se referindo a uma “visão” de Abraão e não a dele mesmo! Ou seja, Jesus está compartilhando uma visão atemporal de Abraão!

Silvano disse...

Estas “visões atemporais” são exemplos claros de “percepções conscienciais”. Assim, Jesus compartilha uma “percepção consciencial” de Abraão e é rejeitado veementemente por todos aqueles personagens que “pegaram em pedras para atirarem nele, mas Jesus se ocultou e saiu do Templo.” [ Jo 8.59 ]
Notem, por fim, que estas “visões atemporais” são compartilháveis por serem o que no Núcleo são chamadas de “percepções conscienciais”,e assim o são em virtude de serem percepções da Consciência [percepções conscienciais] e não percepções da mente de um personagem...
Sendo assim, Jesus compartilha a “visão de Abraão” por ser a Sua própria visão, que é a visão dAquele que existe antes que existissem o próprio personagem Jesus e o personagem Abraão!
Nosso Amigo, o divino personagem Gugu, se refere ao meu atual “personagem” como sendo o “representante do Núcleo” e observa que; “Os ensinamentos do Núcleo apresentam o mesmo estilo da mensagem do livro "A Vida impessoal" que está sendo transcrito. Interessante notar é que as mensagens são idênticas, sendo que o livro foi escrito em 1914. Isso mostra que a Verdade é a mesma sempre, ou seja, é atemporal, pois não muda com o passar do tempo. Aquilo que Joseph Benner captou em 1914 é o mesmo que o representante do Núcleo captou/percebeu nos dias de hoje.“
Como diria outro nosso Amigo, o divino personagem Paulo, é “mais que isso”!... Como este atual personagem desperto todos os “personagens despertos” são conscientes de “Quem faz”, por isso compartilham da mesma visão que Jesus resumiu daquela forma:
Quem crê em mim, crê, não em mim, mas naquele que me enviou. E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou. Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
Para concluir este comentário, assim como foi dito que a chave de compreensão é a visão e que, a “visão equivocada” é a que vê o “mal”; a visão focada no Real é que vê a divindade!
A visão “focada no Real” parte sempre do Real... E o “real” é a “visão da Consciência do Ser” e não a “visão da mente do personagem”!
A “visão da Consciência do Ser” é a PERCEPÇÃO, que é chamada “percepção consciencial’ e a “visão da mente do personagem” é o “pensamento”, que é chamado de “percepção mental’.
Por isso no Núcleo é dito: “PERCEBA, desfrute e compartilhe”! e não: “Pense, analise, julgue... e só então... desfrute e compartilhe”...
Isto porque a Percepção está na própria Consciência do Ser [o “reino de Deus” está no Núcleo do seu próprio Ser, que é onde está Deus, o Ser, que só pode ser visto a partir de Si mesmo!] Por isso está escrito que ”nenhum homem jamais viu Deus”. O “pensamento” surge na “mente do homem” que sendo “personagem” está inserido em algo que não é real [é “representação”].
Assim, é preciso partir da PERCEPÇÃO e não do pensamento...
Por isso é dito: “PERCEBA, desfrute e compartilhe”!
Mas não é só!
Há uma outra “chave de compreensão” que está condensada num ensinamento compartilhado no Núcleo que diz: “Não há percepção sem ação”!
Os que quiserem “erguer-se do leito dos mortos... e receber a LUZ de Cristo”, ou seja,os que quiserem elevarem-se do pensamento à PERCEPÇÃO devem atentar bastante a este ponto!

Silvano disse...

Da forma como é dito que “o mundo é uma representação” e que os “personagens” são apenas isso: personagens, alguns poderão estar concluindo que não há nada que o personagem possa fazer que faça qualquer diferença em suas vidas, e então se tornarem resignados ou fatalistas, partindo do pensamento de que “Deus escreve um texto e o personagem apenas o encena...”
Então aqui vai uma chave de compreensão que pode mudar a vida de todos os personagens que derem a ela a devida atenção! Esta chave de compreensão está implícita no ensinamento do Núcleo acima citado, no qual é dito que: “Não há percepção sem ação”!
O personagem não pode se iluminar porque “Quem ele É” já é “iluminado”. Isto significa que a real identidade dos personagens é o Ator, que certamente conhece o que vai interpretar e sabe que se trata de uma encenação. Notem bem, o Ator não acredita ou desacredita..., ele “sabe”! Assim como Jesus sabia o papel que veio desempenhar neste mundo... E efetivamente “agiu”, conforme a PERCEPÇÃO que tinha de sua real identidade de Filho de Deus!
Agindo, o personagem pode ter na representação a “percepção de Deus”!
Se Deus é AMOR ele pode ter a percepção de ser o Amor de Deus!
Se Deus é VERDADE ele pode ter a percepção de ser a Verdade divina!
Se Deus é VIDA ele pode ter a percepção de ser a Vida de Deus!
Enfim, agindo, ele pode ter a “experiência de Deus”!
Portanto, parta da PERCEPÇÃO E AJA! Justamente porque “Não há percepção sem ação”!
Isto é assim porque “perceber consciencialmente” é perceber-Se em Unidade com o Ser!
Os que querem ter a percepção e a experiência do que Deus É devem manifestar em atos o que Deus É!
Tanto na “representação” quanto na “Realidade” é “sendo” que experimentamos Quem Somos!
Atentem bem: Não basta “acreditar”! Para “perceber” é preciso “crer”! O “acreditar” é um tipo de “pensamento”, pelo qual damos crédito, aceitamos como verdadeiro, mas não necessariamente conhecemos o algo ou alguém em quem acreditamos. Se partirmos do “acreditar” em Deus não nos perceberemos em unidade com Deus. O ensinamento compartilhado no Núcleo estabelece esta distinção para enfatizar que é preciso crer para nos percebermos em unidade com Deus; não basta acreditar em Deus, pois, normalmente quem acredita espera... e quem crê age!... Ou seja, quem acredita em Deus espera que Ele faça, e quem crê em Deus faz o que pode fazer... Porque crer em Deus é perceber-se em unidade com Deus, como uma manifestação de Deus; é perceber-se como um instrumento de Deus estando consciente de que é Deus Quem faz!
Deus vem a nós sempre que nos dirigimos a Ele!
Atentem a este detalhe muito sutil no que se refere a ação: Do ponto de vista do personagem vai parecer que o personagem está agindo e se dirigindo a Deus...
Mas, notem! O que em realidade está acontecendo é que Quem está efetivamente escrevendo a cena, na qual o personagem está se aproximando de Deus, é em realidade o próprio Deus! Assim, “personagem e Ser” exercem o controle da ação e sempre agem em unidade, ou seja, aquele que se volta para Deus se eleva do pensamento à percepção de que em realidade é o próprio Deus Quem está se voltando para ele e sendo ele! Ou seja, percebe-se em unidade com Quem É; Por outro lado, aquele que “dá as costas para Deus” imerge na representação e permanece nos pensamentos e nas certezas mentais e não se percebe em unidade com Deus. A unidade essencial sempre existe mas nem sempre é percebida, desfrutada e compartilhada!

Silvano disse...

Em síntese, a chave está na visão correta, aquela focada em Deus! É perceber Quem faz!
Foque-se em Deus e perceberá que Deus sempre esteve e sempre estará focado em você!

Note por fim que a percepção é sempre de um “eu”... resta saber de qual “eu”?
O “eu” da mente, da “persona”, da máscara que vela o ser... Ou o Eu da Consciência [do Ser]?
A confusão, ainda que adorável... se desfaz no exato momento em que identificamos a qual destes “eus” se refere a nossa visão!
A visão mental “acredita”, e reage de forma inconsciente e condicionada aos personagens e á representação... ao ponto de se perder nela! tornando assim a experiência algo confuso...
A visão consciencial “crê”, e interage de forma consciente e livre com o Ser na representação, que Se manifesta como incontáveis nomes e formas... tornando a experiência algo adorável!
Enfim, parta da “percepção” consciente de que Deus é de fato onipresente! Aja em unidade!
Por isso Jesus orou assim: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu...” Aqui na terra [que é a representação divina] Ele “agiu efetivamente” como Filho de Deus! E manifestou sua natureza divina em Seus ensinamentos e nas percepções conscienciais que compartilhou.
Assim, algumas percepções estão chegando até você e sendo compartilhadas, a fim de que se volte para a realidade do Ser e de Sua real identidade e natureza divinas, e que você perceba e desfrute, para que também queira compartilhar esta adorável visão da divindade com todos!
Namastê.

Gugu disse...

Maravilha, Silvano.

Esse comentário vai virar post, pois é bastante esclarecedor!

Namastê!