"MAIOR É O QUE ESTÁ EM VÓS DO QUE O QUE ESTÁ NO MUNDO." (I JOÃO 4:4)

sábado, janeiro 30, 2016

Nossa vida neste mundo é um espelho!

- Osho -


Tudo o que você conhece no mundo exterior é apenas um reflexo ou uma projeção. Se você está repleto de amor, a vida toda parece estar repleta de amor. Se você está sentado ao lado da pessoa que ama, então toda a existência está em ordem. Nada está errado, não há aflição alguma. Toda a existência é preenchida por uma profunda música porque você está preenchido por uma profunda música. Não há em você nenhuma desarmonia; seu coração sente uma profunda harmonia. Você está de tal modo unido à pessoa amada, que essa unicidade se espalha por tudo.

Se você está em profunda agonia – sofrendo, triste, deprimido – a existência inteira parece estar deprimida. É você, não a existência. A existência permanece a mesma, mas os estados de sua mente mudam. Num determinado estado, a existência parece estar em festa; em outro, ela parece estar triste. Ela não está; a existência é sempre a mesma. Mas você está sempre mudando e sua mente sempre sendo projetada. A existência atua como um espelho. Você se reflete nele.

Se você pensar que tudo aquilo que interpretou é o fato e não apenas uma projeção, mergulhará em ilusões cada vez mais profundas. Mas se puder entender que não se trata de um fato mas de uma ficção da mente – que tudo depende de você e não da própria existência – então você pode mudar. Pode passar por uma mutação, uma revolução interior por acontecer, porque agora depende de você.

O mundo pode ser um caos se você for um caos. O mundo pode ser um cosmo se você for um cosmo. O mundo pode estar morto se você estiver morto interiormente; o mundo pode estar vivo, abundantemente vivo, se você estiver vivo interiormente. Depende de você. Você é o mundo. Apenas você existe realmente, nada mais. Tudo o mais é apenas um espelho.

Você vive numa casa de espelhos. Quando olha para o rosto da sua esposa, não é o verdadeiro rosto dela que você vê. É uma projeção. É o seu próprio rosto refletido no rosto da sua esposa. Quando você olha para uma flor, não é para essa flor que está olhando. Você está olhando para a sua própria flor mental projetada sobre a flor real.

Por toda a parte, você se move com seus próprios espelhos, suas próprias imagens. E então, naturalmente, você fica entediado, farto de tudo isso, e diz: “A vida é uma miséria.” Você diz: “Parece que a vida não tem nenhum sentido.” Você diz: “seria melhor me suicidar. Parece que a vida não tem nenhum propósito. Não estou indo a lugar algum, fico apenas dando voltas num círculo. Isso não leva a nada. Todo dia é a mesma coisa, a mesma repetição.”

Mas não é por causa da existência; é por causa de você. Jogue fora esses espelhos, quebre esses espelhos. Saia do seu palácio, saia da sua prisão e olhe para o mundo, não através de pensamentos, não através de seus estados de espírito. Olhe para o mundo com o olho nu, ouça-o com o ouvido nu. Não permita que nenhum estado mental se coloque entre você e o mundo.

É a isso que eu chamo de meditação: olhar para o mundo sem a mente. Então tudo é novo, fresco. Tudo está vivo, eternamente vivo; tudo é divino. Mas, para chegar a esse ponto, você precisará realizar um profundo contato, uma profunda penetração em seu próprio coração; porque ali o sumo da vida espera por você. Pode chamá-lo de “elixir”. Ele espera por você.

Na base de sua natureza você encontrará fé, esperança e amor. Aquele que escolhe o mal recusa-se a olhar para dentro de si próprio, tapa seus ouvidos à melodia do coração, como se vendasse os olhos à luz de sua alma. Assim age, porque acha mais fácil viver nos desejos. Mas, debaixo de toda a vida, está a fonte corrente que não pode ser detida; as poderosas águas, na realidade, estão ali. Encontre-as…

Se você puder sentir sua música interior; sua verdade interior, sua fé interior, seu amor inteiro, sua esperança interior, começará a reconhecê-los ao seu redor. Todo o universo mudará a seus olhos porque você mudou. E tudo o que sentir em seu interior, será agora sentido ao seu redor.

O mundo permanece o mesmo; mas quando você muda, tudo muda. De acordo com você, seu universo torna-se diferente. Se você está enraizado no divino, toda a existência está enraizada no divino. Se você está enraizado na maldade, toda a existência é um inferno. Depende de você. Ela é você, ampliado.


sexta-feira, janeiro 22, 2016

Como orar efetivamente

- Sri AmmaBhagavan -


1 - Chame a Presença
Invoque a Presença do Divino antes de iniciar a oração. Uma forte conexão acontece quando você invoca a Presença cantando o Moola Mantra.Você pode cantar o Moola Mantra 3, 21, 49, 108 ou 51 vezes para a cura física e convidar a Presença para enchê-lo ou assumi-lo completamente. E solicitar ao Divino para cumprir sua oração, mesmo se houver falhas em sua oração ou possíveis erros em seu sistema de crenças.

2 - Ligação Emocional
A primeira e mais importante coisa em uma oração é o vínculo pessoal ou relação que você estabelece com Deus. Considere o Divino como o seu filho, seu pai, sua mãe, seu amigo, ou seu mestre. Bhagavan normalmente diz que ele e Amma são mais felizes se a relação que você escolhe é a de um amigo. Mas, em seguida, olhe para si mesmo e saiba que você, também, é um verdadeiro amigo que responde ao pedido de seus amigos. A resposta da vontade divina é semelhante à sua resposta ao pedido de seus amigos.

3 - Renúncia e Desamparo
A oração deve ser sempre motivada por um sentimento de entrega e desamparo. Se você sentir que você pode gerenciar até mesmo sem a Graça Divina, que você está apenas tentando mais uma forma, então, esta não é a forma de uma oração genuína. Renda-se à Vontade Divina se mostrando preparado para aceitar qualquer que seja o resultado. Se coloque, absolutamente impotente. Seja qual for o esforço que você coloque, se coloque apenas como um instrumento do Divino e não por sua própria vontade.

4 - Ore a partir do coração, não à partir da cabeça
A oração deve vir do coração, não da cabeça. É o sentimento que é importante, não o pensamento. Quando o sentimento é intenso ele cria ondas de uma freqüência mais alta que se conectam com a Energia Cósmica facilmente e fazem com que a realização seja possível facilmente. A paixão que você sente, pois Deus é mais e mais significativo pelo aumento da intensidade emocional.

5 - Clareza e Integralidade
Seu pedido deve ser claro e completo em todos os aspectos. É como uma espécie de comunicação com a Energia Cósmica, e a maneira como você se comunica é muito importante. Se você se comunicar diferente ou de forma incompleta, a resposta também pode ser o que você não espera. Assim, antes de você orar, considere todos os aspectos de sua solicitação e a torne perfeita.

6 - Fale internamente
Como já mencionado, a oração é uma comunicação. Você tem que falar internamente com Deus. Você pode dizer em voz alta também. Mas é melhor falar internamente, sem se distrair com os outros. O envolvimento aumenta à medida que você vai falando com Deus, e chegará um momento em que você deve sentir que Deus está em toda parte, como uma Presença inseparável.

7 - Faça um pedido de cada vez
Você deve ver que deve pedir apenas uma coisa de cada vez. É muito semelhante a cozinhar um prato delicioso. Você não deve misturar duas receitas ao mesmo tempo. Porque onde nós pretendemos chegar não vai ser a um dos dois ou mais pedidos, mas a uma terceira opção distorcida de ambos. Daí termos este princípio de: "um de cada vez".

8 - Visualização
Como você ora a Deus. Visualize o resultado esperado de sua oração, isto é, o que você deseja alcançar com grandes detalhes. Isso significa que você deve se visualizar em um estado de ter a sua oração realizada, e depois desfrutar disto com felicidade e alegria. Aceite que a situação mudou porque você tem sido abençoado.

9 - Ore com fé, completamente
Tal aceitação vem da fé plena em Deus. Você sabe que é muito importante ter fé, sem a qual nada pode acontecer. Tenha a plena confiança na eficácia da oração e da benevolência do Divino.

10 - Desfrute da sensação da Graça
Aprecie a bênção e o fluxo da Graça em você. E solicite o Divino para cumprir sua oração, mesmo se houver falhas em sua oração ou possíveis erros em seu sistema de crenças.

11 - Dê Graças ao Divino pela bênção recebida
Naturalmente, você deve ser preenchido com imensa gratidão pelo Divino. Expresse-se livremente e sinceramente ao Divino a partir da profundidade de seu coração. Prostre-se aos pés do Divino em profunda gratidão e entrega.


quarta-feira, janeiro 20, 2016

De onde vêm os pensamentos?

- Sri Bhagavan -


QUESTÃO: Bhagavan, o tipo de pensamentos que eu tenho, o tipo de sentimento que eu sinto, todos eles são projetados por Deus? Deus está colocando esses pensamentos dentro de mim? Deus está colocando o desejo em mim? Deus está colocando a violência dentro de mim?

SRI BHAGAVAN: "Todos os pensamentos em tese vem da esfera do pensamento, que eu chamo de "pensamentosfera". A esfera do pensamento é tão antiga quanto o homem e cada pensamento tem estado aí sendo recordado alguma vez neste planeta, e eles ainda estão aí. Esses pensamentos estão fluindo dentro e fora da você. Estes pensamentos estão fluindo dentro de você, e há pensamentos que estão fluindo para fora de você dependendo do seu estado de saúde, ou do lugar que você estiver hospedado, as pessoas ao seu redor e muitos outros fatores.

É como sintonizar um canal de televisão. Há tantos canais que você poderia ir lá e sintonizar qualquer canal. Se você sintonizar um canal chamado "obtendo pensamentos negativos", você estará recebendo estes pensamentos negativos. Se você sintonizar um canal chamado "obtendo pensamentos violentos", você vai ter esses pensamentos. 

Depois de conseguir este insight de que "vocês não são os seus pensamentos, e os pensamentos não são seus", então você vai achar estranho conseguir sintonizar um canal de radiodifusão que é silencioso e você irá receber este silêncio. Caso contrário você ficará com a origem destes pensamentos e eles são tão antigos quanto o homem. Eles não são os vossos pensamentos. 

Algumas pessoas poderiam ter sentido medo a 10.000 anos atrás como se estivessem sido perseguidos por um tigre. É esse pensamento agora que você irá sentir. Não seria o medo do tigre, mas seria o medo da cotação do mercado de ações. Este mesmo medo entra em você assim. Quando você perceber que seus pensamentos não são os seus pensamentos, você poderá realmente ver como eles estão vindo, como eles estão fluindo através de você e então você se torna muito desindentificado. E, dessa maneira, você poderia crescer e ficar livre dessas coisas.

E como você pode aprender a crescer? Quando falamos de aprendizagem e crescimento na Oneness, estamos nos referindo ao mundo interior. Quando você fica olhando para o que está acontecendo dentro, você se torna livre de condicionamento e você se torna livre de pontos de vista. Este "tornar-se livre de condicionamentos e pontos de vista" é o que chamamos de aprendizagem e quando este tipo de aprendizado acontece, há um enorme crescimento.

Quando você continuar a testemunhar, lentamente você começa a se desidentificar de seus pensamentos, de sua mente, de seu corpo, e até de você mesmo. Quando você começar a crescer mais em desidentificação, você também crescerá em ser uma testemunha. Em última análise, você se torna pura testemunha. Nesse ponto você estará completamente cheio de amor incondicional e alegria."


domingo, janeiro 17, 2016

sexta-feira, janeiro 15, 2016

Os 10 mandamentos da espiritualidade




1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro. 
*Antídoto: Equilíbrio

2. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam à consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.
*Antídoto: Equanimidade

3. Não se fixar em pessoas, mas em suas mensagens. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Assim também os mestres são fundamentais para nos “iniciar”, mas não para nos “continuar” e muito menos para nos “acabar”. A nossa realização terrena é missão de natureza personalíssima, ou seja, é indelegável, irrenunciável e, sequer, passível de ser partilhada, quanto mais entregue aos cuidados de outrem. Depender indefinidamente de um mestre terreno é optar por permanecer na infância da senda espiritual.
*Antídotos: Responsabilidade e discernimento

4. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê autossuficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se. O excesso de certezas, muitas vezes, se funda em um alicerce carente de verdades.
*Antídoto: Desconfiar de si mesmo

5. Não se sentir superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para o fanatismo.
*Antídotos: Equidade e moderação

6. Não se deixar levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa ânsia desmedida obstrui os canais de conexão com o mestre interior e bloqueia o processo de autoconhecimento, além de interferir no direito ao “livre-arbítrio de cada um”.
*Antídoto: Confiança na existência

7. Não tomar medidas inconsequentes. O excesso de entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. A metáfora do “salto do escuro” não deve servir de incentivo deslumbrado e irresponsável para que neófitos desestruturem suas vidas.
*Antídotos: Prudência e serenidade

8. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.
*Antídotos: Tolerância e relaxamento

9. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.
*Antídoto: Concentração

10. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores retrocessos. Usar o conhecimento esotérico para fins particulares tem consequências graves, pois ninguém profana impunemente o sagrado que pertence a todos.
*Antídotos: Retidão e integridade

(Autoria desconhecida)

segunda-feira, janeiro 11, 2016

A Lei dos Milagres

- Paramahansa Yogananda -


As Escrituras védicas declaram que o mundo físico está sujeito a uma lei fundamental, a de maya, ou princípio da relatividade e da dualidade. Deus, a Única Vida, é Unidade Absoluta; a fim de revelar-Se nas manifestações diversas e separadas de uma criação, Ele usa um véu irreal ou falso. Este véu dualístico e ilusório é maya. Grandes  descobertas científicas dos tempos modernos confirmaram este simples pronunciamento dos rishis da antiguidade.

A Lei do Movimento, de Newton, é uma lei de maya: “Para cada ação existe sempre uma reação igual e contrária; as ações recíprocas de dois corpos quaisquer, sendo iguais, têm sempre direção oposta”. Ação e reação são, pois, exatamente iguais. “Existir uma força ímpar é impossível. Deve haver, e sempre há, um par de forças iguais e contrárias”.

Todas as atividades naturais básicas denunciam a sua origem: maya.

A eletricidade, por exemplo, é um fenômeno de atração e de repulsão; seus elétrons e prótons são contrários elétricos, outro exemplo: o átomo ou partícula derradeira da matéria é, como o nosso próprio planeta, um imã com pólos positivos e negativos. Todo o mundo dos fenômenos está sob o inexorável domínio da polaridade; nenhuma lei de física, química ou outra ciência pode jamais subtrair-se aos opostos inerentes ou princípios contrastantes.

A ciência física, portanto, não pode formular leis fora de maya: a verdadeira textura e estrutura da criação. A própria natureza é maya; as ciências naturais devem forçosamente haver-se com a inelutável essência da natureza, já que esta, em sua esfera de ação, é eterna e inexaurível; os cientistas do futuro nada mais poderão fazer senão demonstrar um aspecto após outro de sua variada infinidade. Sendo assim, a ciência continua em perpétuo fluxo, incapaz de atingir a Causa Primeira e última; apta, é verdade, para descobrir as leis de um cosmo já existente e funcional, mas impotente para achar o Autor da Lei e o Único Operador. São bem conhecidas as grandiosas manifestações da gravitação e da eletricidade, mas o que são a gravitação e a eletricidade, nenhum mortal o sabe.

Transcender maya foi a tarefa atribuída à raça humana pelos profetas milenários. Elevar-se sobre a dualidade da criação e perceber a unidade do Criador, eis o fim supremo do homem. Os que se apegam à ilusão cósmica devem aceitar sua lei essencial de polaridade: fluxo e refluxo, ascensão e queda, noite e dia, prazer e dor, bem e mal, nascimento e morte. Este padrão cíclico assume certa monotonia angustiosa, depois que o homem passou por alguns milhares de nascimentos; ele começa, então, a lançar um olhar de esperança para além das compulsões de maya.

Remover o véu de maya é pôr à mostra o segredo da criação. Quem assim desnuda o universo é o único monoteísta autêntico.

Todos os demais estão adorando imagens pagãs. Enquanto o homem permanece sujeito às ilusões dualísticas da Natureza, sua deusa é Maya, a de dúplice rosto, como o bifronte Jano; ele não pode conhecer o Deus único e verdadeiro.

Em meio aos trilhões de mistérios do cosmo, o mais fenomenal é a luz. Ao contrário das ondas sonoras, cuja  transmissão exige atmosfera gasosa ou algum outro meio material, as ondas de luz transpõem livremente o vácuo do espaço interestelar.(.....) Se levarmos em conta a teoria de  Einstein, as propriedades geométricas do espaço tornam desnecessárias a teoria do éter. Em qualquer destas hipóteses, a luz, de  todas  as manifestações da natureza, permanece como a mais sutil, a mais livre de dependência material.

Em sua Teoria do Campo Unificado, desenvolvimento posterior da Teoria da Relatividade, o grande físico reuniu numa só fórmula as leis da gravitação e do eletromagnetismo. Reduzindo a estrutura cósmica às variações de uma única lei, Einstein regressou, através de milênios, aos rishis que proclamaram a única textura da criação: a maya proteica.

No mundo da física, observamos um jogo de aparências, que é o próprio drama da vida cotidiana. Meu cotovelo, uma sombra (aparência, irrealidade, alusão à essência), apóia-se sobre a mesa, outra sombra; a tinta, sombra, desliza sobre o papel, sombra. Tudo é simbólico, e o físico não vai além do símbolo. Então vem (o filósofo) a Mente, o alquimista que transmuta os símbolos. Para concluir em termos crus, a substância do mundo é substância "mental".

Da ciência, pois, se este há de ser o caminho, aprenda o homem a verdade filosófica de que não existe universo material; sua textura e urdidura é maya, ilusão. Submetidas à análise, dissolvem-se todas as miragens da realidade. À medida que se derrubam, uma a uma, as escoras tranquilizantes do mundo físico, o homem percebe obscuramente sua confiança idólatra, sua transgressão do Mandamento Divino: “Não terás outros deuses diante de Mim”.

Em sua famosa equação resumindo a equivalência de massa e energia, Einstein provou que a energia em qualquer partícula de matéria é igual à massa ou peso multiplicado pelo quadrado da velocidade da luz. Obtém-se a liberação das energias atômicas pelo aniquilamento das partículas materiais. A “morte” da matéria deu nascimento à Era Atômica.

A velocidade da luz é uma constante ou um padrão matemático, não porque haja um valor absoluto nos 300.000 quilômetros por segundo, mas porque nenhum corpo material, cuja massa aumente com sua velocidade, pode jamais alcançar a velocidade da luz. Em outras palavras: só um corpo material, cuja massa fosse infinita, poderia igualar a velocidade da luz.

Esta concepção nos leva à lei dos milagres.

Mestres capazes de materializar e desmaterializar seus corpos e outros objetos, de mover-se com a velocidade da luz, e de utilizar os raios da luz criadora para produzir instantaneamente qualquer manifestação física, preencheram a condição da lei de Einstein: sua massa é infinita.

A consciência de um iogue perfeito identifica-se sem esforço, não com um corpo limitado, mas com a estrutura universal. A gravitação, seja a “força” de Newton ou a “manifestação da inércia” de Einstein, é impotente para obrigar um mestre a exibir a propriedade do peso: condição gravitacional inerente a todos os objetos materiais. Quem tem consciência de ser Espírito Onipresente não mais está sujeito à solidez do corpo no espaço e no tempo. Seus “cordões de segurança”, rompidos, cederam ao dissolvente “Eu sou Ele”.

“Faça-se a luz! E a luz se fez”. Na criação do universo, o primeiro mandamento de Deus deu nascimento à essência da estrutura: a luz. Nos fulgores deste instrumento imaterial, ocorrem todas as manifestações divinas. Devotos de todas as épocas dão testemunho da aparição de Deus como flama e luz. “Seus olhos eram como chama de fogo “e “... seu rosto era como o sol quando em sua força resplandece”, nos diz o apóstolo S. João. 

O iogue que, através da meditação perfeita, fundiu sua consciência com o Criador, percebe que a essência do cosmo é a luz (vibrações de energia vital); para ele, nenhuma diferença há entre os raios de luz que compõem a água e os raios de luz que compõem a terra. Livre da consciência da matéria, livre das três dimensões do espaço e da quarta dimensão do tempo, um mestre desloca seu corpo de luz com igual facilidade sobre ou através dos raios de luz da terra, da água, do fogo e do ar. “Se, pois, teu olho for único, teu corpo inteiro será luminoso. 

Concentração prolongada no olho espiritual libertador capacita o iogue a destruir todas as ilusões relativas à matéria e ao peso gravitacional; ele vê o universo como o Senhor o criou: em essência, uma indiferenciada massa de luz. 

“As imagens óticas - conta-nos o dr. L. T. Troland, da Universidade de Harvard - forma-se segundo o mesmo princípio das gravuras comuns a meio-tom (autotipia); isto é, constituem-se de minúsculos pontos, ou grânulos demasiado pequenos, para ser percebidos pelo olho... A sensibilidade da retina é tão grande que a sensação visual pode ser produzida por relativamente poucos quanta de luz adequada.”

A lei dos milagres pode ser posta em execução por qualquer homem que tenha a experiência superconsciente de que a essência da criação é luz.

Um mestre emprega seu divino conhecimento dos fenômenos da luz para projetar instantaneamente, no plano das manifestações perceptíveis, os ubíquos átomos de luz. A forma efetiva dessa projeção (seja o que for: uma árvore, um remédio, um corpo humano) é determinada pelo desejo, e pelo poder de vontade e de visualização, do iogue.

À noite, durante o fenômeno psíquico do sonho, o homem escapa das falsas limitações egoístas que constituem sua moldura diária. Ao dormir, ele tem uma demonstração sempre renovável da onipotência de sua mente. Eis que no sonho aparecem seus amigos mortos há longo tempo, os continentes mais remotos, a ressurreição de cenas de sua infância A consciência livre e incondicional, de que todos os homens têm breve experiência em determinados sonhos, é o estado mental permanente de um mestre sintonizado com Deus. Liberto de todos os motivos pessoais e empregando a vontade criadora que lhe foi conferida pelo Criador, um iogue recombina os átomos de luz do universo para satisfazer qualquer prece sincera de um devoto. “E Deus disse: - Façamos o homem à nossa imagem e semelhança; e que ele tenha domínio sobre os peixes do mar, e as aves do ar, e sobre os rebanhos, e sobre a terra, e sobre tudo o que rasteja na terra”. Com este objetivo foram feitos o homem e a criação: para que ele se promovesse a mestre de maya e exercesse seu domínio sobre o COSMO.

Em 1915, pouco depois de meu ingresso na Ordem dos Swamis, presenciei uma estranha visão. Por intermédio dela vim a compreender a relatividade da consciência humana e percebi claramente a unidade da Luz Eterna por trás das dolorosas dualidades de maya. A visão me ocorreu quando estava sentado, certa manhã, em meu quartinho no sótão, em casa de Papai, em Gurpar Road. A Primeira Guerra Mundial assolava a Europa, há meses; eu vinha refletindo, com tristeza, na vasta cobrança que a morte fazia.

Ao fechar os olhos em meditação, minha consciência transferiu-se subitamente para o corpo de um capitão no comando de um navio de guerra. O estrondo da artilharia explodia no ar, as baterias do litoral e os canhões da belonave trocavam tiros. Uma pesada bomba atingiu o depósito de pólvora e despedaçou violentamente o meu navio. Atirei-me à água, junto com alguns marujos que sobreviveram à explosão.

Com o coração pulsando aceleradamente, alcancei a praia, a salvo. Mas de repente - ai! - uma bala perdida terminou seu rápido voo em meu peito. Gemendo, caí ao chão. Meu corpo inteiro paralisou-se; entretanto, eu tinha consciência de possuí-lo, como se tem de uma perna que adormeceu. “Enfim, o misterioso passo da morte me alcançou” - pensei. Exalando o último suspiro, ia mergulhar na inconsciência quando - viva! - achei-me sentado em posição de Lótus em meu quarto de Gurpar Road.

Lágrimas histéricas brotavam de meus olhos enquanto eu dava pancadinhas e beliscava, cheio de alegria, minha propriedade reconquistada: um corpo livre de orifício de bala no peito. Balancei-me de um lado para o outro, respirando deliberadamente, para assegurar-me de que estava vivo. Em meio destas autocongratulações, novamente senti que minha consciência se transferia para o corpo morto do capitão, na praia ensanguentada. Absoluta confusão mental apoderou-se de mim.

“Senhor - rezei - estou morto ou vivo?” Um ofuscante jogo de luz encheu todo o horizonte. Uma vibração suavemente rumorejante modulou-se em palavras: - Que tem a vida ou a morte a ver com a luz? À imagem de Minha luz Eu te fiz. As relatividades da vida e da morte pertencem ao sonho cósmico. Contempla teu ser, sem sonhos! Desperta, Meu filho, desperta!

O Senhor inspira os cientistas a descobrirem, na época e no lugar oportunos, como etapas no despertar do homem, os segredos de Sua criação. Muitos descobrimentos modernos ajudam a homem a compreender o cosmo como expressão múltipla de um único poder: a luz, guiada pela inteligência divina. As maravilhas do cinema, do rádio, dá televisão, do radar, da célula fotoelétrica - o extraordinário “olho elétrico”- as prodigiosas energias atômicas, tudo é baseado nos fenômenos eletromagnéticos da luz.

A arte cinematográfica pode retratar qualquer milagre. Do ponto de vista das impressões visuais, suas trucagens permitem todos os prodígios. Um homem pode ser visto como um transparente corpo astral desprendendo-se de sua grosseira forma física; pode caminhar sobre a água, ressuscitar os mortos, inverter a seqüência natural no desdobramento dos fenômenos, e brincar de anular o tempo e o espaço. Um perito pode juntar os fotogramas a seu bel-prazer, obtendo maravilhas áticas semelhantes àquelas que um verdadeiro mestre produz com autênticos raios de luz.

Os filmes de cinema, com suas imagens animadas, ilustram muitas verdades concernentes à criação. O Diretor Cósmico escreveu os argumentos de suas próprias películas e convocou enormes elencos para os cenários dos séculos. Da cabina escura da eternidade, Ele envia Seus raios de luz através de fitas de eras sucessivas e as cenas se projetam na tela do espaço.

Exatamente como as imagens cinematográficas parecem reais mas são apenas combinações de luz e sombra, assim também a variedade universal é uma aparência ilusória. Os planetas, com suas incontáveis formas de vida, nada mais são que imagens num filme cósmico. Temporariamente verdadeiras aos cinco sentidos do homem, as cenas transitórias são projetadas na tela da consciência humana pelo infinito raio criador.

Olhando para cima, numa sala de projeção, os espectadores podem observar que todas as imagens surgidas na tela derivam de um raio de luz sem imagens. Do mesmo modo, a branca e única luz da Fonte Cósmica emite o colorido drama universal, Com engenhosidade inconcebível, Deus procede à montagem de “superespetáculos” para diversão de Seus filhos, fazendo-os simultaneamente atores e espectadores de Seu cinema cósmico.

Certo dia, entrei num cinema para ver um documentário dos campos de batalha europeus. A Primeira Guerra Mundial ainda se travava no Ocidente; o jornal cinematográfico apresentava a carnificina com tanto realismo que deixei o cinema com o coração consternado. Então rezei: - “Senhor por que Tu permites tal sofrimento?”

Com enorme surpresa, recebi Sua resposta instantânea, sob a forma de uma visão dos campos de batalha, os verdadeiros, da Europa. As cenas, repletas de mortos e agonizantes, ultrapassavam em crueldade qualquer representação do cine-jornal. - Preste atenção! - Uma voz suave dirigia-se à minha consciência interiorizada. - Você verá que estas cenas, agora ocorrendo na França, não são mais que fotogramas em branco e preto. Elas constituem o filme cósmico, tão real e tão irreal como o documentário que você acabou de ver - um filme dentro de outro filme.

Meu coração ainda não estava consolado. A Voz Divina continuou: A criação é, ao mesmo tempo, luz e sombra; do contrário, nenhum filme seria possível. O bem e o mal de maya devem se alternar sempre. Se a alegria fosse ininterrupta aqui neste mundo, o homem viria a desejar um outro? Sem o sofrimento, ele dificilmente trata de recordar que abandonou seu lar eterno. A dor é um aguilhão da reminiscência. A via de escape implica sabedoria. A tragédia da morte é irreal; os que tremem diante dela assemelham-se a um ator ignorante que morre de medo no palco quando é disparado contra ele um cartucho de pólvora seca. Minhas criaturas são filhos da luz; não dormirão para sempre na ilusão.

Embora eu tivesse lido descrições de maya nas Escrituras, não me deram a profunda percepção interna que obtive com as visões pessoais e com aquelas palavras simultâneas de consolo. Os valores de um indivíduo se modificam radicalmente quando ele afinal se convence de que a criação é apenas um vasto cinema; e que a própria realidade da criação reside, não nela, mas além dela.

Quando terminei de escrever este capítulo, sentei-me, em posição de lótus, sobre minha cama. Dois quebra-luzes iluminavam tenuemente o quarto. Erguendo meu olhar, percebi que o teto estava pontilhado de luzinhas cor de mostarda, cintilantes e trêmulas como centelhas radioativas. Miríades de raios, como: riscos de lápis ou linhas de chuva, reuniam-se num feixe transparente e jorravam em silêncio sobre mim.

Imediatamente, meu corpo físico perdeu sua densidade e metamorfoseou-se em textura astral. Tive a sensação de flutuar, enquanto o corpo, sem peso, mal tocando o leito, movia-se ligeiramente, ora para a esquerda, ora para a direita. Olhei ao redor do quarto; móveis e paredes permaneciam os mesmos, mas a pequena massa de luz multiplicara-se tanto que o teto era invisível. Eu estava maravilhado. - Este é o mecanismo do cinema cósmico. - Uma Voz falou como se viesse do interior da luz. - Projetando um feixe de raios na tela branca dos lençóis de sua cama, ele está produzindo o filme de seu corpo. Observe: esse corpo nada mais é que luz!

Olhei para meus braços, movi-os para trás e para diante e, todavia, não conseguir sentir-lhes o peso. Uma alegria extática me inundou. O talo cósmico de luz, florescendo como corpo meu, parecia uma divina reprodução dos raios luminosos que saem da cabina de projeção de um cinema e manifestam-se na tela como imagens.

Durante longo tempo assisti a este filme de meu corpo no cinema debilmente iluminado de meu próprio quarto. Embora eu tivesse tido muitas visões, nenhuma, até aquele instante, fora tão singular. A ilusão quanto à solidez de meu corpo se desfizera por completo e mais se aprofundava minha experiência de que a essência de todos os objetos é luz. Ergui os olhos para o fluxo palpitante de vitátrons e supliquei: - Luz Divina, por favor, reabsorve esta humilde imagem corporal em Ti Mesma, à semelhança de Elias que subiu ao céu num carro de fogo.

Evidentemente esta prece causou alarme, pois o feixe de raios desapareceu. Meu corpo readquiriu seu peso normal e afundou na cama; o enxame de luzes ofuscantes bruxuleou e sumiu. Minha hora de abandonar este mundo ainda não chegara. - Além disso - pensei filosoficamente - Elias bem poderia ter se desgostado com a minha presunção!


Do livro: Autobiografia de um Iogue, capítulo 30

quarta-feira, janeiro 06, 2016

A natureza "Fractal" do Universo

Apresento aos leitores do blog este homem chamado Nassin Haramein. Acredito que talvez muitos de vocês já devem conhecê-lo ou já ouviram falar dele. Ele é o maior físico de nossos tempos, um verdadeiro gênio da física, que propõe teorias, descobertas e modelos mais avançados inclusive que a Física Quântica. A Física Avançada que ele propõe baseia-se na geometria sagrada e apresenta plena capacidade de combinar e explicar matematicamente as realidades visíveis e invisíveis, a matéria e o vácuo, as leis da ciência e as leis espirituais, e ele demonstra como tudo isso está relacionado com a Natureza e a História do nosso mundo (incluindo a história e os super conhecimentos das civilizações antigas) e com os fenômenos de natureza extraordinária (de ordem extraterrestre) com que a humanidade já se deparou.

Tudo isso ele discorre nessa série que é composta por 46 vídeos (de 10 minutos cada um). Aqui vou colocar apenas os dois primeiros vídeos, porque neles ele apresenta uma ideia muito interessante que nos permite realmente compreender a nossa relação com o Universo, e a relação do Universo conosco. O Universo é infinito, e tudo o que aparece dentro do Universo infinito parece ter uma finitude. Mas dentro de cada finitude há o infinito. O finito está contido no infinito, e o infinito está contido no finito. Como pode ser isso? Isso é explicado por ele através da ideia do que vem a ser a "Fractalidade". E essa ideia nos interessa bastante, porque nos abre portas para a compreensão dos ensinamentos espirituais. É disso que se trata os dois primeiros vídeos.

Caso você goste do assunto, pode continuar assistindo os outros vídeos e conhecer as demais ideias que ele expõe. Tudo o que ele tem a dizer é imensamente significativo e interessante. Não é todo mundo que possui uma mente tão aberta para se dispor a tomar conhecimento das coisas que Nassim Haramein tem para compartilhar. Chegará o dia em que a humanidade compreenderá a Ciência e a Espiritualidade como uma coisa só, e esse físico/matemático está dando um passo imenso (senão total) nessa direção.

Recomendo fortemente aos leitores tomarem conhecimento sobre as coisas que Nassim Haramein tem a dizer.

Namastê!



domingo, janeiro 03, 2016

Perdoar é necessário

- Gabriel Chalita - 


Durante a nossa vida causamos transtornos na
vida de muitas pessoas,
porque somos imperfeitos.

Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas,
falamos sem necessidade,
incomodamos.

Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente.
Mas agredimos.

Não respeitamos o
tempo do outro,
a história do outro.

Parece que o mundo gira
em torno dos nossos desejos
e o outro é apenas
um detalhe.

E, assim, vamos causando transtornos.
Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção.
Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.
O outro também está em construção e também causa transtornos.

E, às vezes,
um tijolo cai e nos machuca.
Outras vezes,
é o cal ou o cimento que suja nosso rosto.
E quando não é um,
é outro.
E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, 
assim como os outros que convivem  conosco também têm de fazer.

Os erros dos outros,
os meus erros.
Os meus erros,
os erros dos outros.

Esta é uma conclusão essencial:
todas as pessoas erram.
A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade
humana e cristã:
o perdão.

Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras.
É compreender que os
transtornos são muitas vezes involuntários.

Que os erros dos outros são
semelhantes aos meus erros e que,
como caminhantes de uma jornada,
é preciso olhar adiante.

Se nos preocupamos com
o que passou,
com a poeira,
com o tijolo caído,
o horizonte deixará de ser contemplado.
E será um desperdício.

O convite que faço é que você experimente a beleza
do perdão.
É um banho na alma!
Deixa leve!

Se eu errei,
se eu o magoei,
se eu o julguei mal,
desculpe-me por todos
esses transtornos…
Estou em construção!


sexta-feira, janeiro 01, 2016

Desiderata



E, com essa mensagem, faço a todos vocês o meu voto para que tenham um feliz e abençoado ano de 2016, repleto de realizações.

Namastê!